sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Almas Aprisionadas na Ponte de Florianópolis
Ao iniciarem a construção da 2ª ponte que dá acesso à Ilha de Florianópolis, não havia muitos trabalhadores no local, então chamaram pessoas de outras regiões do Brasil para dar inicio às obras. Quando morriam por acidente de trabalho ou doença, os cadáveres dos trabalhadores, cujas famílias eram pobres demais para transportar o corpo ou simplesmente não tinham família, eram jogados dentro do concreto das fundações. E dizem até hoje que se você atravessa a passarela da ponte Colombo Salles e encosta o ouvido na parede, consegue ouvir os mortos rangendo, lamentando-se e arranhando pelo lado de dentro. Não fique muito tempo por lá, que você pode ser puxado pelos que não têm descanso para dentro do concreto.

Ass: Leka'


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