sábado, 14 de fevereiro de 2009

Sexta Feira 13

Uma Sexta Feira 13 ou seja, uma Sexta Feira no dia 13 de qualquer mês, é considerada popularmente como um dia de azar.
O número 13 é considerado de má sorte. Na numerologia o número 12 é considerado um número de coisas completas como 12 meses no ano, 12 tribos de Israel, 12 apóstolos de Jesus ou os 12 signos do zodíaco. Já o 13 é considerado um número irregular. A sexta-feira foi o dia em que Jesus foi crucificado e também é considerado um dia de azar. Somando o dia da semana de azar (sexta) com o número de azar (13) temos o mais azarado dos dias.
Esta superstição pode ter tido origem no dia 13 de Outubro de 1307, sexta-feira, quando a Ordem dos Templários foi declarada ilegal pelo rei Filipe IV de França; os seus membros foram presos simultaneamente em todo o país e alguns torturados e, mais tarde, executados por heresia.
Outra possibilidade para esta crença está no fato de que Jesus Cristo provavelmente foi morto numa sexta-feira treze, uma vez que a Páscoa judaica é celebrada no dia 14 do mês de Nissan, no calendário hebraico.
Recorde-se ainda que na Santa Ceia sentaram-se à mesa treze pessoas, sendo que duas delas, Jesus e Judas Iscariotes, morreram em seguida, por mortes trágicas, Jesus por execução na cruz e Judas provavelmente por suicídio.
Antes disso, porém, existem versões que provêm de duas lendas da mitologia nórdica. Na primeira delas, conta-se que houve um banquete e 12 deuses foram convidados. Loki, espírito do mal e da discórdia, apareceu sem ser chamado e armou uma briga que terminou com a morte de Balder, o favorito dos deuses. Daí veio a crendice de que convidar 13 pessoas para um jantar era desgraça na certa.
Segundo outra história, a deusa do amor e da beleza era Friga (que deu origem a frigadag, sexta-feira). Quando as tribos nórdicas e alemãs se converteram ao cristianismo, Friga foi transformada em bruxa. Como vingança, ela passou a se reunir todas as sextas com outras 11 bruxas e o demônio. Os 13 ficavam rogando pragas aos humanos.

Curiosidade

Triscaidecafobia é um medo irracional e incomum do número 13. O medo específico da sexta-feira 13 (fobia) é chamado de Paraskavedekatriaphobia ou parascavedecatriafobia, ou ainda frigatriscaidecafobia.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Os edificios mal-assombrados de São Paulo

Histórias de fantasmas habitam a imaginação e a vida de pessoas que convivem com lugares marcados por tragédias.

Visitante e funcionarios de três grandes edificios de São Paulo (Edifiio Andraus, Edifico Martinelli) afirmam que os prédios são habitados por fantasmas e que ouvem barulhos estranhos durante a noite.

No dia 24 de fevereiro de 1972, o edifício Andraus foi vítima de um incêndio (que acredita-se que tenha começado com anúncios de publicidade colocados na marquise do prédio) que matou 16 pessoas e feriu mais de 300.

Um dos motivos que impediu uma tragédia maior foi o fato do Andraus ter um heliporto no último andar. Hoje, o prédio que fica localizado no centro de São Paulo é um dos mais seguros da cidade.

11 anos depois do incêndio, muitos funcionários do edifício, principalmente vigias noturnos e seguranças, afirmam ouvir sons estranhos vindos de certos locais do Andraus.

Armários que abrem as portas sozinhos, gritos nas escadas e ruídos estranhos fazem parte da rotina dos funcionários do edifício. Alguns deles afirmam realmente ter ouvido sons durante a noite, mesmo sabendo que o prédio estaria complemente vazio.

É inevitável não fazer ligações entre os sons estranhos vindos do interior do prédio com o sofrimento das pessoas que morreram naquele triste dia 24 de fevereiro.

Mas não são só prédios marcados por catástrofes que tem seus contos de fantasmas e histórias assustadoras. O edifício Martinelli, localizado também no centro de São Paulo, guarda histórias assustadoras sobre uma "hospede" inusitada.

Acredita-se que uma moça loira e sem rosto circula pelo interior do Martinelli durante a noite. Ela teria os cabelos compridos, impedindo que se veja sua face. Algumas pessoas afirmam que já viram máquinas de escrever funcionarem sozinhas e portas de armários baterem.

Os funcionários e visitantes que conhecem a história afirmam que a loira deve ser da época do inicio da construção, por volta de 1930, que ronda o edifício até hoje.

São histórias assustadoras de pessoas que já passaram por momentos difíceis que tornam mais místicas e fantásticas as histórias de fantasmas que assombram casas e prédios em grandes cidades. Se é verdade ou não, dificilmente saberemos, mas uma coisa podemos concluir - Ou a história desses prédios alimenta a imaginação fértil de contadores de histórias, ou coisas muito assustadoras acontecem lá dentro.

Fonte:
Apocalipse 2000

By: Amy-chan

sábado, 6 de dezembro de 2008

Hospital das adolescentes grávidas

Esse caso aconteceu na década de 60, no exterior, Mariah tinha quinze anos quando engravidou de seu namorado,e quando seus pais souberam não queria que nenhum vizinho soubesse da existência de seu bebê, por isso resolveram colocar ela em um tipo de hospital, onde as meninas tinham que ficar desde o início da gravidez até ter o filho, que logo após o nascimento seria levado para a adoção. Ela mesmo sem querer foi e a cada instante ela amava mais sua filha que ainda estava na barriga. Passou-se 9 meses e foi chegando o dia do seu parto, uma amiga sua teve seu filho primeiro e chorou muito por que só ficou 15 minutos com sua filha, Mariah foi pedir mais tempo pra uma freira que trabalhava no hospital e viu que em vez de estar levando os bebês para adoção, ela estava vendendo. A freira percebeu que ela estava vendo e fechou a porta na sua cara. Dois dias depois foi a vez de Mariah ter sua filha, após 36 horas de parto, ela viu sua filha, durante 15 minutos. Mais ou menos meia-noite Mariah se levantou, queria fugir com sua filha antes de ela ser vendida, ela pegou sua filha e saiu em direção a um matagal que tinha atrás do hospital, no meio do caminho ela encontrou a freira que vendia os bebês. Mariah tentou explicar que queria ficar com sua filha mais a freira não ligou e por pura ganância matou Mariah com um pedra que ela atirou em sua cabeça. A freira pegou o bebê e o vendeu. Ninguém sabia da existência da menina morta, achavam que Mariah havia desaparecido após o parto, e como, a freira queria que todos continuassem a achar isso, ela foi até o local onde havia deixado o corpo da menina. Ela estava toda roída por bichos, então resolveu que teria que enterrar Mariah. Quando terminou de cavar a cova e foi pegar o corpo da menina. Seu corpo todo roído e em decomposição, estava em pé como se estivesse vivo de novo e com um voz fraca, Mariah perguntou onde estava sua filha. A freira, morrendo de medo, não respondeu. Com raiva Mariah pegou a mesma pedra a atirou na freira que tentou fugir mais não conseguiu e morreu também. O corpo de Mariah foi encontrado, mais o da freira nunca foi achado...

O louco

Em um hospício,havia um cara louco,que,matava qualquer coisa que via na sua frente...em seu quarto ele ficava trancado e acorrentado.Certo dia ele escapou sem deixar rastros... Uma família havia ficado horrorizada com a situação,temendo deixar sua filha em casa enquanto iam ao baile.Sua filha deveria ter uns 14 anos dizendo que não haveria problema de ficar em casa só uma noite além do mais havia o seu pastor alemão para protege-la. Seus pais então foram para o baile sem se preocupar tanto pois havia o cachorro em casa. Certa hora da noite a menina foi dormir botando o cachorro para dormir ao seu lado. A cada vez que ela acordava ela botava a mão para baixo esperando que o cachorro lambesse e toda vez ele lambia. Ao tardar da noite,ela ouviu um pingo atrás do outro vindo do banheiro,ela com medo foi ver o que era. Quando ela entrou no banheiro,viu seu cachorro morto pendurado em cima do box pingando sangue. E no espelho,estava escrito com sangue do cachorro: -Os loucos também sabem lamber!

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Almas Aprisionadas na Ponte de Florianópolis
Ao iniciarem a construção da 2ª ponte que dá acesso à Ilha de Florianópolis, não havia muitos trabalhadores no local, então chamaram pessoas de outras regiões do Brasil para dar inicio às obras. Quando morriam por acidente de trabalho ou doença, os cadáveres dos trabalhadores, cujas famílias eram pobres demais para transportar o corpo ou simplesmente não tinham família, eram jogados dentro do concreto das fundações. E dizem até hoje que se você atravessa a passarela da ponte Colombo Salles e encosta o ouvido na parede, consegue ouvir os mortos rangendo, lamentando-se e arranhando pelo lado de dentro. Não fique muito tempo por lá, que você pode ser puxado pelos que não têm descanso para dentro do concreto.

Ass: Leka'


Ritual Fatal

Ritual fatal
Era uma pequena vila de pescadores a beira mar. Viviam em pacata felicidade, longe da civilização moderna.
Tinham ainda cultos e rituais antigos, herdados dos antigos ancestrais.
Nesta noite de lua cheia, um vulto destacava-se no alto das pedras do mirante. Usava uma capa negra, que esvoaçava ao vento. Parecia esperar algo ou alguém.
Lá embaixo, na areia da praia, Petra caminhava, alheia ao movimento do festival.
Todos os meses, durante a lua cheia, os aldeões acendiam fogueiras na praia e depois de danças e músicas, deixavam um carneiro amarrado, em oferenda aos antigos Deuses da fertilidade e da abundancia.
Fato era que, ninguém sabia o que acontecia com o carneiro, mas quando o dia amanhecia, ele não estava mais no lugar em que havia sido amarrado.
E a aldeia continuava sua jornada, parindo novos filhos e pescando e plantando tudo que necessitavam para a subsistência diária.
Nesta noite, a lua estava particularmente bonita e brilhante e Petra não resistiu ao impulso de caminhar a beira mar. Era como se estivesse pisando na lua redonda e prateada. Como se andasse no céu.
Todos os habitantes da aldeia, em noites como esta, não saiam de perto das fogueiras e, logo que o festival terminava, entravam em suas casas como se temessem algo desconhecido.
Petra era uma mulher muito teimosa, e não temia a escuridão.
Não ouviu os gritos de seu pai que a alertavam para que não se distanciasse de todos. Continuou caminhando, alheia ao perigo, pensando em sua vida tranqüila e no futuro que a aguardava em breve.
Seu pai havia prometido sua mão, em casamento, muitos anos atrás quando ainda era uma menina. Era este o costume. Petra não amava o seu futuro marido, o achava velho e feio. Mas seria obrigada a aceitar a vontade de seu pai. Era assim que sempre tinha sido. Foi assim com sua mãe, sua avó e todas as mulheres que conhecia.
Mas Petra não aceitava aquela imposição, sempre sonhou em casar-se por amor com um lindo homem, forte e viril.
Caminhava, perdida em seus pensamentos, e não notou que estava sendo observada. Olhos noturnos e vermelhos observavam sua caminhada. Olhos que não perdiam um único movimento. Olhos de admiração.
Petra era muito bela, longos cabelos claros, olhos de um verde quase transparente, um corpo perfeito, pele macia e branca como a neve. Seus lábios muito vermelhos e cheios. Seios fartos.
Muitos homens a desejavam, mas todos sabiam que ela já estava prometida ao Duque Dimaggio, dono das terras onde os aldeões moravam.
Absorta, continuou caminhando pensando no grande amor que nunca teria e no que teria que agüentar o lado daquele velho asqueroso.
Sentou-se na areia, observando o brilho prateado nas ondas que chegavam a praia.
De repente, ela ouviu um ruído as suas costas e virou-se alarmada, quem poderia ser?
Seus olhos encontraram-se com os olhos mais intensos que ela jamais havia visto. Era um belo homem, alto, forte, longos cabelos negros que voavam com o vento. Ela não o conhecia, mas ele era maravilhoso e não parecia perigoso. Estava muito bem vestido, com roupas finas e de corte desconhecido. E usava uma longa capa negra que emprestava uma aparência misteriosa ao todo. Ele a olhava intensamente, ela podia ver o brilho de fogo em seus olhos.
Algo naqueles olhos a atraia, a hipnotizava. Seu coração batia descompassado dentro do peito. Seu peito arfava, o ar entrando nos pulmões em pequenos solavancos.
Quem seria este homem?
Lentamente ele se aproximou de Petra. Sorrindo.
Ela estava paralisada. Suas pernas não conseguiam se mover.
Ele chegou ao lado dela, ainda olhando dentro de seus olhos. Seus braços se abriram e ela caminhou os poucos passos que os separavam e se deixou envolver num longo abraço.
A pele dele era fria, mas seus lábios eram quentes e ele beijou cada milímetro do rosto de Petra. Ela usava uma túnica branca e transparente, a túnica ritual. Não usava mais nada por baixo da túnica. O vento modelava seu corpo embaixo do tecido.
As mãos do estranho iniciaram um passeio por seu corpo deixando-a em brasas. Nunca ninguém a havia tocado daquela forma. Ela era virgem.
Esquecendo-se do perigo e até de quem era, Petra deixou que o estranho a tocasse intimamente. Suas mãos de longos dedos apertaram a maciez dos seios rijos, apertando de uma forma bruta, com ânsia, deixando os bicos duros quase furando a leve túnica.
Desceram pelas costas, pelas nádegas, enquanto continuava beijando sua boca ávida.
Petra nunca havia sentido algo assim em toda sua vida. Ela esqueceu do mundo, do noivo, da família, nada mais importava. Deixou-se levar por aquele estranho homem.
Ele fez com que ela se deitasse na areia e deitou-se ao lado dela, mas numa posição que suas mãos continuaram percorrendo o corpo tremulo. Sua mão gelada levantou a túnica, expondo seu corpo a luz da lua e aos olhos vermelhos que a fitavam com cada vez mais intensidade.
Suas mãos passearam pelas pernas bem torneadas, subindo até as coxas grossas e firmes. Petra gemia baixinho. A mão fria encontrou o ponto quente e úmido entre as pernas dela e ali iniciou carinhos desconhecidos até então. Petra sentiu um dedo penetrando-a, aproveitando-se da lubrificação natural. Um dedo que entrava e saia, rápido, certeiro. O mundo rodou. Petra arqueava os quadris, chorando e rindo, completamente entregue aquele homem maravilhoso.
Os dedos ágeis e molhados da paixão dela, encontraram o ponto certo logo acima de sua entrada lubrificada. Petra gemeu alto, agora implorando para que ele não parasse.
O homem beijava sua boca, com uma língua fria e exploratória enquanto seus dedos a faziam soluçar de paixão.
E no momento que Petra chegava ao clímax, num grito de prazer, o homem misterioso abaixou-se sobre ela e sorriu.
E neste sorriso Petra viu o que a aguardava. Ele não era apenas um homem misterioso, ele era um vampiro.
As presas brancas brilharam ao luar antes de enterrarem-se no pescoço alvo e puro.
Toda sua vida passou diante de seus olhos, seus pais, seus irmãos, sua pequenina casinha e até o seu compromisso com o duque. Ela sabia que não sairia viva dali.
Seu primeiro momento de prazer supremo seria o ultimo. Sua vida se escoava para dentro da boca daquele ser monstruoso.
E num ultimo suspiro ela perguntou:
_ Por que?
_ Você é uma oferenda muito melhor do que os carneiros que me deixam.
E então ela soube que estava sendo sacrificada pelos deuses ancestrais.
Os pais de Petra perceberam que ela não se encontrava ao lado deles durante o antigo ritual. Mas pensaram que ela deveria estar em casa dormindo.
Naquela noite, pela primeira vez, o carneiro amanheceu na praia, intacto.
Mas Petra, ah Petra nunca mais foi encontrada.


Ass: Amy

sexta-feira, 31 de outubro de 2008


O conto da bruxa

Sarah era uma socióloga respeitada. Especializou-se no estudo da época da inquisição, quando, sob o manto da igreja, pessoas eram queimadas sob acusação de bruxaria. Através de suas pesquisas concluiu que, na maioria das vezes a perseguição era política, os acusados nunca haviam se envolvido com satanismo.
Um caso, contudo, chamou-lhe a atenção: Cassandra, uma mulher do século XVII, queimada num povoado do interior, conhecida como a maior das feiticeiras. As lendas que dela se contavam perduravam até os dias atuais, sobre seu poder e maldade. Morrera queimada, jurando vingança.
Sarah viajara para a cidade que se desenvolvera perto do antigo povoado onde a bruxa teve seu fim. Verificou que ,apesar dos séculos, as pessoas conheciam histórias sobre ela, havendo inclusive aqueles que jurassem ter visto reuniões de demônios comandados por Cassandra em um vale próximo.
Sarah ia assim juntando material para uma nova tese, sobre o imaginário popular. Algumas coincidências, porém, logo chamaram-lhe a atenção. De tempos em tempos sumiam crianças na região, que nunca eram encontradas. Assim como começavam, os desaparecimentos terminavam. Cassandra era considerada culpada, mesmo séculos após ter morrido. O fato é que nunca qualquer pista foi encontrada.
Justamente após sua chegada na cidade, crianças começam a sumir, sem deixar vestígios. Havia mais de cinqüenta anos que aquilo não acontecia, portanto não poderia ser a mesma pessoa. Três garotos estavam desaparecidos. Não havia pista alguma, uma testemunha que fosse. Sarah envolveu-se com as investigações. Sentia que, se desvendasse aquele crime, poderia explicar a estranha influência que aquela lenda exercia sobre a população daquele lugar.
Passado algumas semanas nada de novo havia sido descoberto. As outras crianças não foram mais vistas. O delegado local pensava até em pedir ajuda federal. Sarah não dormia direito, procurando, pela lógica, encontrar uma solução.
Um dia a socióloga aparece na delegacia. Não havia dormido a noite anterior. Apesar de ser cientista, tinha uma intuição. Visivelmente alterada, pediu ao delegado que a acompanhasse com alguns policiais. Foram ao local onde, pelos relatos que descobrira, Cassandra havia cumprido pena. Era um pequeno vale. Movida por uma força estranha, Sarah, com as mãos escava o sopé de um morro próximo. A terra estava fofa. Os pequenos ossos não demoraram a aparecer. Ao ver tudo aquilo, o rosto de Sarah se transformou. À vista incrédula dos policiais, ela começava a gritar palavras incompreensíveis. Era como se duas almas lutassem por um só corpo. Suas feições iam, aos poucos, se transformando. Ela despiu-se até que, completamente nua começou a dançar freneticamente, num ritmo cada vez mais rápido, começou a levitar. De seus olhos, emanava o próprio mal. Sarah havia sacrificado aquelas crianças. Sem saber, seu corpo fora apossado por Cassandra, que assim executava a sua vingança.







A Origem das Bruxas


Dizem que a origem veio do imaginário popular.
As Bruxas eram retratadas como mulheres feias, más, que gostavam de se vestir de preto, que tinham uma gargalhada horripilante, que costumavam voar em vassouras, faziam porções mágicas, e eram praticantes de Magia Negra.
Porém, antes dos Cristãos, existia a Arte das Bruxas, que era como uma Religião em que seus membros, entre outras coisas, exaltavam a natureza, a liberdade, e eram praticantes de rituais de adoração às deusas da fertilidade.
Tem-se tem notícia de Bruxas desde os tempos neolíticos, e nessa época as Bruxas não tinham o sentido pejorativo que a Igreja impôs séculos mais tarde.
A História das Bruxas x Igreja
Presas, submetidas a interrogatórios e torturadas, algumas acabavam por confessar seus crimes contra as crianças, e condenadas à fogueira pelo conselheiro municipal. As que não confessavam eram, muitas vezes, linchadas e queimadas pela multidão, irritada com a falta de condenação.
As Bruxas foram caçadas implacavelmente principalmente durante a inquisição na Idade Média, bastava ser um pouco diferente do comum, como por exemplo: muito magra, ou muito feia, ou até as que se atrevessem ir contra a Igreja eram chamadas de hereges, e levadas a fogueira para queimar até a morte. Milhares morreram desta maneira.
E qual é o significado de Bruxa?
Mulher sábia ou mulher mágica seria o significado de Bruxa em Sânscrito, que é uma língua clássica da índia, mas existem outras versões.
E como é que alguém vira Bruxa?
A Bruxa é sempre a última filha de uma série de sete mulheres. Seu fadário (maldição) é de sete anos. Para escapar a ele deverá ser batizada pela irmã mais velha. Mais tarde será madrinha de crisma dessa irmã. Ela gosta de sal, Cada vez que o recebe está aliviando sua pena, porque o sal é sagrado.
As Bruxas Hoje:
A Bruxaria Moderna, chamada de Wicca foi criada por Gerald Gardner em 1950, e suas bases vieram da Bruxaria Tradicional, e que se modernizam a cada dia adquirindo mais seguidores.
No entanto até hoje grupos fechados praticam a Bruxaria Tradicional.


Filmes onde podemos ver as Bruxas:


Branca de Neve e os sete anões, de 1937, de Walt Disney.

O mágico de OZ, de 1939, de Victor Fleming. Fantasia, de 1940, de Walt Disney.

As bruxas de Salem, de 1956, de Arthur Miller.

A feiticeira, de 1964.

O bebê de Rosemary, filme de 1968.

As bruxas de Eastwick, de 1987.

As Brumas de Avalon, de Marion Zimmer Bradley.

Hocus Pocus, comédia de 1993.

Charmed, de 1998.

Harry Potter, J.K. Rowling.

Bruxa de Blair
Fontes: Wikipedia e Morte Súbita

Ass: Amy-chan